Condado de Dnar

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Condado de Dnar

Mensagem por Leishuck Norris em Seg Set 19, 2011 5:07 am

Condado de Dnar


O condado de Dnar localiza-se no norte do reino de Nova Vaasa, tendo o Mar Noturno como fronteira ao leste, o reino de Darkon como fronteira ao norte, o reino de Tepest e a Grêta Sombria como fronteiras ao oeste e os rios Borchava-Mirim e Dnar-sul como fronteira ao sul. O terreno do condado é mais montanhoso que o do restante do reino devido à forte presença dos Montes Balinoks no norte do condado, havendo um grande predomínio de colinas, havendo a presença do platô apenas no sul do condado. Uma boa parte da terra é utilizada pra cultivo, embora algumas regiões ainda mantenham sua natureza selvagem intacta, com a presença de florestas e até um pântano. O rio Dnar, que dá nome ao condado, corta o condado em dois, vindo do reino de Darkon e juntando-se às águas do Borchava-Mirim, formando o Dnar-sul, que segue para o leste, desaguando no Mar Noturno. Além do Dnar, a parte oeste do condado é cortada pelo rio Vaughn-Dnar, que nasce em Tepest, sendo alimentado por um afluente vindo de Darkon, até desaguar no Borchava-Mirim.

O condado é administrado pela família Hiregaard, uma das cinco famílias de alta nobreza do reino de Nova Vaasa. Está dividido em dez baronatos, administrados por famílias nobres vassalas dos Hiregaards, e na região de Dur, onde se encontra Liara, a cidade-capital do condado. A administração dos Hiregaards é tida como justa por muitos, havendo uma boa manutenção das condições do condado e da segurança. Eles concedem uma liberdade parcial para cada administração dos baronatos, mas cobram requisitos mínimos a serem atendidos para a manutenção dessa liberdade. Além disso, fiscalizam para que não haja abusos administrativos por parte de algum governante. A coleta de impostos é realizada uma vez por ano, faltando pouco mais de um mês para a “Noite das Ações Sombrias”, dia que marca o final do outono e o início do inverno. A coleta é realizada pelo próprio conde, Lorde Hiregaard, que viaja com uma comitiva visitando as principais cidades de cada baronato. Durante a viagem permanece alguns dias em cada capital para resolver pendências judiciais e administrativas que necessitariam de uma viagem até Liara. É durante esse período que o conde fortalece os vínculos e juramentos de lealdade dos líderes de cada família nobre menor.




Dur
Família Regente: Hiregaard.
Principal Cidade: Liara.


Dur é composta por Liara, a cidade-capital, e pelas fazendas em seus arredores, embora não seja um baronato por ser tida como pequena demais para compor um. Antigamente a região fazia parte do baronato de Faerhaaven, mas após a divisão do baronato a região da cidade-capital e dos seus arredores passou a ser conhecida apenas como Dur.

Dur é cortada pelo rio Vaughn-Dnar que é utilizado pelos barcos para navegação, sendo de importância vital para a economia da região. No oeste da região, com a fronteira de Tepest, se localiza a floresta de Meest, que segue até o baronato de Faerhaaven. No norte estão os Montes Balinoks, atuando como fronteira com o reino de Darkon.

A região é administrada diretamente pela família Hiregaard, que recebe apoio e suporte na administração principalmente das famílias menores Doyle e Pointer, detentoras das maiores fazendas dos arredores de Liara, bem como uma das poucas que produzem cereal pra exportação.

Liara subsiste basicamente do comércio e taxas portuárias pagas pelos barcos e navios que passam pela cidade. As demais regiões de Dur são compostas por fazendas, embora a maioria produza apenas para comércio com a cidade mesmo, havendo pouca produção para exportação – geralmente fazendas de alguma família nobre menor. Ao norte da cidade há ainda um mosteiro de Bane, onde os septões de origem mais modesta costumam realizar as atividades do clero para a ordem presente na cidade. É no mosteiro que são realizados os cultos para os cidadãos do campo, de classe média baixa e de classe baixa. Geralmente moradores da parte nova da cidade, ao norte do rio. O monastério é conhecido pelo seu vinho, bem como atua como hospital e abrigo para necessitados. Possui um cultivo de verduras e frutas para consumo próprio.

Liara
População: 8.000 habitantes.


A cidade de Liara é a maior cidade do Condado de Dnar, sendo entrecortada pelo rio Vaughn-Dnar, com uma ponte unindo as duas extremidades da cidade. Está dividida em oito distritos:

Distrito Administrativo
No distrito Administrativo encontra-se a residência dos Hiregaards, bem como há lugar para moradia dos responsáveis pela administração da cidade e das famílias nobres mais próximas do conde. Está localizada no topo de um monte, com muros altos e torres circundando o distrito. Um único portão gradeado permite a saída e entrada do distrito, sendo a passagem de pessoas monitorada e registrada pela guarda pessoal do conde.

Distrito Nobre
No distrito Nobre encontram-se as residências das famílias nobres e de classe média alta do Condado que residem na cidade. Está localizada na encosta do monte do distrito administrativo, sendo um terreno levemente inclinado que liga o distrito administrativo ao distrito mercante. As ruas são calçadas com paralelepípedos e há postes com candeeiros que são acesos com o cair da noite. Devido à altura, as ruas são bastante enevoadas, embora haja patrulha constante dos milicianos na região. O bairro é circundado por muralhas e possui três portões: o portão administrativo, que leva ao distrito administrativo, cuja passagem só ocorre com autorização; o portão mercante, que leva ao distrito mercante e se encontra aberto durante o dia, mas há sentinelas à noite; e o portão nobre, que nunca é aberto, que leva para fora da cidade, ainda na colina.

Distrito Mercante
No distrito Mercante encontram-se os estabelecimentos comerciais da cidade, com cada rua possuindo suas especialidades comerciais e com mercados livres nas praças. É também nesse bairro que se encontram as sedes das guildas mercantes, responsável pelas atividades comerciais da cidade e do pagamento dos impostos e taxas à administração de Liara. Os órgãos administrativos que possuem acesso popular, como quartel da milícia, tribunal e sede dos coletores de impostos, também ficam nesse distrito. A taverna mais conhecida desse distrito é a Dublin, administrado por um aventureiro aposentado conhecido como Bigode. O sul do distrito e o leste é murado, havendo dois portões: o portão mercante, que leva ao distrito Nobre, que fica aberto durante o dia, mas tem sentinelas à noite; o portão sul, que leva para fora da cidade, para a estrada que segue para o leste. Ao norte do distrito está o distrito Portuário e a oeste está o Distrito Residencial.

Distrito Residencial
No distrito Residencial encontram-se as residências de pessoas de classe média e algumas de classe média alta e baixa. O templo de Bane na cidade encontra-se no norte desse bairro, próximo à ponte, sendo um dos maiores edifícios de Liara, com uma arquitetura gótica. Ao sul do distrito está o templo de Ezra, embora mais humilde que o de Bane, é um templo de tamanho considerável, sendo utilizado também como hospital pela maioria das pessoas. As praças e parques do distrito Residencial são os locais onde ocorrem as festividades e festas da cidade. O distrito é murado ao sul e oeste, possuindo um portão a sudoeste, o portão Plebeu, que leva para fora da cidade, para uma estrada que leve ao baronato de Faerhaaven. Ao norte do bairro está o distrito portuário e a ponte.

Distrito Portuário
No distrito Portuário encontram-se os armazéns e fábricas da cidade, bem como onde os navios são aportados para carregamento e descarregamento de produtos comerciais, além de descanso e diversão dos marinheiros. É um lugar bastante sujo e movimentado, caracterizado pelo forte odor de peixe. Possui alguns estabelecimentos comerciais, embora de caráter duvidoso, como prostíbulos e casas de jogos. A taverna mais conhecida do distrito é a Olho de Peixe, que atua também como prostíbulo e é administrada por uma musculosa senhora de nome Bartilda. O distrito não é murado, apesar de possuir construções na margem do rio para aportar os navios e facilitar o embarque e desembarque de mercadorias. Ao sul do distrito encontra-se o distrito Mercante e a sudoeste o distrito Residencial.

Distrito Norte
O distrito Norte também é conhecido como Brindje, devido a ter surgido como uma extensão das atividades realizadas na ponte de mesmo nome, que liga o norte ao sul da cidade. Por essa mesma razão, é considerado parte nova da cidade, por não estar em sua estruturação original. É habitado por pessoas de classe média baixa e classe baixa, bem como forasteiros e inumanos. Ao contrário da parte sul de Liara cujos distritos são organizados de acordo com as atividades ou pessoas nele presentes, o distrito Norte é de uma imensa variação cultural, pois estabelecimentos comerciais dividem espaço com residências, feiras populares e até algumas fábricas menores. A única região unicamente comercial é a da ponte. O distrito é murado a norte e oeste, possuindo um portão, o portão Norte, que leva a estrada para Darkon e Tepest. A muralha é de construção recente, de alguns anos atrás, para impedir que invasores utilizassem a região para conseguir vantagem estratégica sobre a cidade. Ao leste do distrito Norte está o distrito Vermelho e ao sul o rio Vaughn-Dnar.

Distrito Vermelho
O distrito Vermelho é habitado por pessoas de classe baixa ou que não possuem nenhum tipo de renda. É um distrito desorganizado, com as ruas alargando e apertando e as casas construídas umas sobre as outras, com diferentes tipos de materiais. As ruas são verdadeiros labirintos, além de terem bastante lixo e animais nocivos, como ratos e insetos. Tido como perigoso, as patrulhas milicianas só entram no local para realizar algum ato específico. É um bairro dominado por pequenas guildas de ladrões que costumam guerrear entre si pelo controle de alguns dos lugares do distrito. Serviços ilegais, bem como produtos ilegais podem ser encontrados nessa área da cidade.

Décimo Primeiro Baronato
O décimo primeiro baronato é um distrito subterrâneo localizado nas cavernas naturais e ruínas antigas que estão sob essa área da cidade. O distrito é um antro de serviços e produtos ilegais, como arenas de lutas de rua, mercado de escravos, prostíbulos, lojas que vendem itens roubados, lojas que vendem itens de magia negra, drogas e outros produtos de origem e natureza duvidosas, bem como contratação de ladrões e assassinos. As ruas são iluminadas fortemente por archotes e fogueiras específicas, apesar da grande umidade no lugar. Possui três entradas, chamadas de alçapões por se localizarem num fosso por onde desce um elevador de manivela: o primeiro alçapão fica no distrito Vermelho; o segundo alçapão fica no distrito Norte; o terceiro alçapão, embora o menos usado, fica no distrito Portuário. É administrado pela guilda conhecida como M, que administra de forma “justa” o submundo de Liara e tenta ampliar seus domínios para outras áreas da cidade.




Faerhaaven
Família Regente: Collins.
Principal Cidade: Vintiver.


O baronato possui esse nome por ser a região onde se localiza o castelo de repouso da família do conde, o castelo Faerhaaven. Até alguns anos atrás, a família Hiregaard administrava o baronato, ao qual pertencia também a região de Dur. Com o surgimento da Greta Sombria, a situação no sul do baronato necessitou de mais atenção e uma administração localizada. Pelo auxílio prestado na administração de Liara e pela proximidade de laços com o sul do baronato, o conde separou a região de Dur e concedeu a administração do baronato para a família Collins.

O oeste do baronato é dominado pela floresta Meest. No leste pode ser encontrado o monte Faer, onde se encontra em seu topo o castelo Faerhaaven, onde a família Hiregaard costuma repousar e, atualmente, sob administração do irmão mais novo do conde, Sean Hiregaard. No vale do Monte Faer, próximo ao Borchava-Mirim, encontra-se a cidade de Vintiver, originada de um antigo forte militar.

Recentemente a família Collins foi alvo de um atentado misterioso, onde esqueletos controlados magicamente atearam fogo na mansão da família em Liara, bem como atacaram todos os membros da família. Graças à intervenção do sobrinho do conde e do seu grupo de amigos aventureiros foram salvos os membros mais novos da família: Caitlyn Collins, de 16 anos; Catelyn Collins, de 12 anos; e Charles Collins, de 8 anos. Devido a estarem ainda sob ameaça, os três estão vivendo na mansão Hiregaard em Liara, sob guarda e proteção do conde. A administração do baronato está temporariamente nas mãos de um conselho em Liara, dentre os quais estão o conde, seu irmão mais novo, um membro da família Brandy e o burgomestre de Vintiver. Há boatos sobre uma possível pretensão do conde de unir o seu sobrinho e a filha mais velha dos Collins em um matrimônio, passando a administração do baronato para o mesmo.

Vintiver, a capital do baronato, é conhecida pelo seu vinho e sua cerveja escura. A região produz bastante uvas para vinho, bem como tem uma produção de cevada e outros cereais para exportação – embora a navegação pelo Borchava-Mirim seja evitada, sendo toda a produção conduzida até Liara e de lá despachada pelo Vaughn-Dnar. A cidade possui um pequeno templo de Ezra sob liderança de uma anacoreta capaz de utilizar magias divinas. Graças a atuação dos anacoretas na região, a crença em Ezra é bastante forte, contrapondo-se ao domínio religioso de Bane.

Nos últimos tempos, criaturas misteriosas têm surgido na floresta Meest, supostamente vindas da Greta Sombria ou das brumas, que passaram a tornar-se mais densa na região da floresta – o que tem levantado discussões religiosas, como se as criaturas fossem um castigo de Bane aos habitantes de Faerhaaven que têm voltado sua fé para Ezra. No último caso, o burgomestre solicitou apoio do conde, visto que famílias estavam sendo assassinadas na região. O grupo de aventureiros do qual faz parte o sobrinho do conde, Dean Hiregaard, auxiliou a combater e eliminar a criatura responsável pelos ataques.




Daaree
Família Regente: Lir.
Principal Cidade: Doubleenee.


Durante muitos anos o baronato Daaree foi rejeitado e recusado quando ofertado a alguma família nobre, visto que seus campos pantanosos não permitem o cultivo agrícola tradicional, nem a criação adequada de cavalos, sem mencionar os predadores existentes nas águas pantanosas da região. Passou pela mão de muitas famílias nobres que após alguns anos desistiam do título de terras e permaneciam apenas com o título de nobreza que era inerente à sua família. Até que um dia uma camponesa ganhando um favor do regente da época, avô do atual conde, pediu a posse das terras pantanosas. Curioso com a postura da camponesa e ela tendo direito a um presente do conde, a família dela, Lir, recebeu o título de nobreza e a agora baronesa recebeu a administração do novo baronato, ao qual ela chamou de Daaree. Diz a lenda que Daaree era um espírito feminino que vivia em um carvalho em alguma área dos pântanos, que costumava auxiliar ou atacar os viajantes de acordo com seu humor e a postura dos mesmos.

O centro e sul do baronato é completamente dominado pelo Curragh, o grande pântano de Dnar, cujas águas costumam elevar-se acima da terra nos períodos chuvosos. A parte norte do baronato é composta por lagos e brejos, além de turroughs, como são chamados os lagos temporários que só surgem nos períodos chuvosos. A noroeste do baronato está o grupo de montes e montanhas conhecidos como Koshka Bluffs, cuja outra parte adentra no baronato Glass e no Rackrent. A capital Doubleenee encontra-se no centro geográfico do baronato, já na região pantanosa, tendo grande parte de seus edifícios construídos em árvores e plataformas suspensas.

A administração é realizada pela família Lir, estando na segunda geração. Devido às dificuldades inerentes do lugar, não há uma grande diferenciação entre o tratamento de nobres e plebeus. Os cidadãos são simplórios, algumas vezes rudes, mesmo que sem intenção e o povo dessa região é conhecido como forte e trabalhador. A família Lir conseguiu unir os habitantes da região, organizando o baronato.

Na região do Curragh é realizada pesca e caça, além da criação de crustáceos como camarão, lagosta e caranguejo em viveiros. Na parte norte, região dos lagos e turroughs, há campos de plantação de frutas, principalmente maçãs, peras e beterrabas. Desde que a família Lir começou a administrar o baronato, ele mostrou-se produtivo, sempre havendo excesso de produção. Além da produção, o baronato também é conhecido por servir de recanto de descanso de alguns nobres que tenham gostos mais exóticos, que ajudam a movimentar a economia do lugar.

Devido à atuação da família Lir, medidas foram tomadas, minimizando ataques de criaturas dos pântanos aos moradores. Ainda assim não é incomum que haja desaparecimentos, principalmente de pessoas que estejam de passagem pelo baronato. São relatados cerca de cinco desaparecimentos por ano. Há um boato de que seria atuação de Daaree, pois o espírito cobraria pra si algumas pessoas em troca da prosperidade do baronato. Já alguns acreditam que trata-se da atuação de Moore, uma criatura que, contam os pescadores, vive nas águas do pântano: um monstro cujo corpo é todo formado por plantas e que teria um certo controle dos animais e plantas da região.




Glass
Família Regente: Farmleigh.
Principal Cidade: Geenees.


Um dos baronatos mais antigos do condado de Dnar, estando sob administração da família Farmleigh desde que o condado foi fundado em tempos imemoriais. Tida como a família mais leal dentre as famílias vassalas, a história conta que a família Farmleigh sempre foi bastante forte e influente na região norte do reino, tanto quanto a família do conde – ou mais, dependendo da malícia de quem conta a história. E que na época da criação do condado, por lealdade ao amigo patriarca dos Hiregaards, o patriarca Farmleigh abdicou dos seus direitos de concorrer ao título de conde – dependendo de quem conta, diz-se até que o patriarca Farmleigh o fez exigindo que os Hiregaards fossem os regentes do condado. Devido a tal ato, a família recebeu como baronato as melhores terras do condado, cuja parte pertencia anteriormente aos Hiregaards.

O baronato é totalmente voltado para a agricultura, possuindo a maior produção de cereais do condado. Toda a região é composta por fazendas até se perder de vista, tendo como pontos naturais apenas algumas poucas áreas florestais, as montanhas ao norte do condado, a Koshka Bluffs na fronteira com os baronatos Daaree e Rackrent, além do rio Vaughn-Dnar, que encontra-se com um afluente vindo das montanhas de Darkon. No encontro entre o rio e o afluente foi construída a cidade-capital do baronato, de nome Geenees. A leste do baronato está o castelo da família Farmleigh, o castelo Glass.

A administração dos Farmleighs é justa, eles contribuem e auxiliam as famílias de fazendeiros e cobram uma parte da produção como imposto, mantendo o baronato seguro e bem estruturado. As estradas do baronato são tidas como as melhores, de pedra maciça, bem como muretas de pedra cobertas por plantas trepadeiras ao longo das estradas.

A economia do baronato é puramente agrícola, baseada principalmente na produção de trigo, milho, cevada, aveia, café, milhete e centeio. Além do comércio da produção agrícola, o baronato costuma exportar sua produção de cerveja, que é renomada por todo o reino, além do comércio oferecido pelo porto de Geenees.

Apesar da segurança no baronato, muitos evitam se aventurar nas estradas durante a noite. Muitas são as histórias contadas nas tavernas sobre viajantes desinformados que acabaram encontrando-se com cavaleiros fantasmas, duendes, ciganos e até mesmo cavalos negros que tinham fogo nos olhos e cuspiam chamas. A maioria das histórias fala de perseguições até o sol amanhecer, quando os monstros desapareciam por causa da luz do sol, mas nem todas têm finais felizes.




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